terça-feira, 26 de maio de 2009

A ALTERNATIVA QUE ÉVORA PRECISA

A cidade de Évora nos últimos trinta e três anos fora, politicamente, governada, pela CDU nos primeiros 25 anos e, nos últimos 8 anos pelo PS. Por isso, tudo o de positivo e de negativo que, na cidade e no concelho ocorrera, é da responsabilidade politica destas duas forças.
No ano em curso, finais de Setembro ou inícios de Outubro, irão ter lugar as eleições autárquicas. O acto eleitoral em questão reveste-se da maior importância para o país e, em particular para os municípios do interior. A cidade de Évora e as suas congéneres são confrontadas diariamente com problemas dramáticos no que toca à coesão nacional: a diminuição da população, o aumento desemprego, a quebra acentuada do rendimento e a pouca atractividade sobre o investimento privado. Assim, esta situação ganha contornos de grande preocupação e inquietação nas pessoas.
As forças politicas que no presente e no passado tiveram a incumbência de gerir os destinos da cidade por inabilidade ou por incúria não souberam ou não quiseram adoptar como medidas prioritárias a requalificação e dinamização do centro histórico nas suas várias vertentes.
O parque habitacional do centro histórico encontra-se a cada dia que passa num processo de degradação preocupante e, consequentemente, menos habitado. É alarmante o número de fogos devolutos existentes, os mais optimistas falam em oitocentos, mas já ouvi falar que este número peca por defeito.
Uma cidade só tem futuro se for vivênciada por pessoas, são elas que lhe conferem a dinâmica necessária para se desenvolver, a nível económico, politico, social e cultural.
Com efeito, as politicas de urbanismo levadas a cabo no município de Évora propiciaram todas as
condições para que as pessoas optassem por viver fora de muralhas, pois, a construção existente nos anéis que circundam a cidade é exemplo disso mesmo. Este fora o principal factor que conduzira para a desertificação do centro histórico. Esta forma de pensar a politica de habitação tem de deve ser alterada a bem das populações e da cidade.
Em todo caso, com uma politica estruturada e concertada com o objectivo de atrai investidores, poderemos não só reactivar a actividade económica como criar mais emprego e fixar populações.
Na verdade, é o Partido Social-democrata que mais apto está para concretizar a mudança. E, explico porquê. Atento o programa político apresentado nas últimas eleições autárquicas e analisada a prestação politica do vereador António Costa Dieb, constamos que existe uma forte preocupação com as medidas e politicas para requalificação e dinamização económica do centro histórico.
Com efeito, a concretização destas politicas no edificado do centro histórico importará uma oferta imobiliária com mais qualidade e mais apelativa. Não só a procura de habitação aumentará, como terá, necessariamente, repercussões no aumento da sua população. A actividade económica ganhará com isso, ficarão satisfeitos os empresários actuais, e, poderá atrair novos. E, consequentemente, a cidade de Évora encontrará o caminho para o sucesso que todos merecemos, sobretudo, os mais jovens.

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